17 Maio 2021 - 01:00

Museu Théo Brandão realiza live sobre o futuro dos museus em Alagoas

Na quarta-feira (19), o Museu Théo Brandão (MTB) vai participar da 19ª Semana de Museus com a live Papo sobre o futuro dos museus em Alagoas. O evento on-line terá transmissão, a partir das 19h, pelo Youtube, no canal Tatipirun Educação Patrimonial.

A live terá a participação de Adriana Capretz, professora da Ufal e coordenadora do Tatipirun Atelier de Educação Patrimonial do grupo de pesquisa Representações do Lugar (Relu); da museóloga do MTB, Hildênia Oliveira; e de Adriana Guimarães, arquiteta restauradora, professora da Ufal e membro do Relu.

A Semana de Museus é coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Intensificar a relação dos museus com a sociedade e promover essas instituições são alguns dos objetivos do evento criado pelo Conselho Nacional de Museus (ICOM), em comemoração ao Dia Internacional de Museus, celebrado em 18 de maio. Durante uma semana, instituições museológicas de todo o país organizam eventos a partir do tema proposto. Neste ano, as atividades das instituições brasileiras são inspirados pelo tema O futuro dos museus: recuperar e reimaginar.

Sobre essa temática que aborda o futuro dos museus, a museóloga Hildênia Oliveira considera o momento propício para construir uma nova atitude diante da atual realidade pandêmica. “Esse período de pandemia, especialmente no que se refere ao Museu Théo Brandão, está servindo para repensar nossas ações com relação às necessidades estruturais do Museu, ao acervo, mas principalmente, o que vamos encontrar no momento pós-pandemia. Teremos que reaprender como lidar com o público, como recebê-lo. Será um grande desafio ter a segurança e receber as pessoas. É necessário um planejamento para que o momento da reabertura seja da melhor forma possível”, disse.

Para Adriana Capretz, a live será uma oportunidade de fazer uma reflexão sobre museus enquanto um espaço dinâmico e atual. “É importante entender que o museu é um lugar que guarda as nossas memórias, mas também o presente. É um espaço de cultura vivo. O público também vai tomar conhecimento sobre os outros museus de Maceió, vai ficar mais a par desses espaços museológicos”.

por Jacqueline Batista – MTB

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