Roberto Lopes

Roberto Lopes

Formado em Letras, Jornalismo com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Advogado

Postado em 23/06/2022 10:33

Governador sanciona leis que concedem títulos de utilidade pública ao CSA e ao CRB

Getty Images/Divulgação
Governador sanciona leis que concedem títulos de utilidade pública ao CSA e ao CRB
CSA e CRB recebem título de utilidade pública do Governo do Estado

O governador Paulo Dantas sancionou as leis nº 8.692/2022 e nº 8.693/2022, que dispõem respectivamente sobre a concessão do título de utilidade pública para o Centro Sportivo Alagoano (CSA), fundado em 7 de setembro de 1913; e para o Clube de Regatas Brasil (CRB), fundado no dia 20 de setembro de 1912. A lei que beneficia o CSA é de autoria do deputado Sílvio Camelo (PV) e a que beneficia o CRB é do deputado Marcos Barbosa (Avante). Ambas foram aprovadas por unanimidade pela Assembleia Legislativa. 

“A concessão do título de utilidade pública significa o reconhecimento do poder público de que as instituições, entidades, fundações ou associações civis em consonância com seu objetivo social e sem fins lucrativos, são prestadoras de serviços a coletividade. Desta feita, é o reconhecimento do governo estadual ao trabalho desenvolvido, como útil, valioso e importante para a sociedade”, destacou Sílvio Camelo.

“O CRB é uma instituição de direito privado, sem fins econômicos, com prazo indeterminado de duração e tem por fim desenvolver a educação física em todas as suas modalidades, criando e incentivando a prática dos esportes em geral e o desenvolvimento de atividades sociais, educacionais, recreativas, culturais, cívicas assistenciais, de benemerência, podendo exercer outras atividades cuja renda se reverta em benefício dos seus objetivos sociais”, disse Marcos Barbosa.

Com o título de utilidade pública, CSA e CRB poderão, entre outras vantagens, ter mais facilmente acesso a verbas públicas; isenção da contribuição do empregador para o custeio do sistema previdenciário; possibilidade de realizar sorteios, obedecida a legislação relativa a sorteios e prêmios; e imunidade fiscal contida no artigo 150, parágrafo 6º da Constituição Federal.     
 

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Postado em 22/06/2022 11:37

Sisu ofertará quase 66 mil novas vagas; confira o total de vagas ofertadas por estado

EBC
Sisu ofertará quase 66 mil novas vagas; confira o total de vagas ofertadas por estado
Há vagas para mais de 2 mil cursos de graduação em 73 instituições públicas de ensino superior

O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, disponibilizou a consulta para a oferta de vagas do processo seletivo para o segundo semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ao todo serão ofertadas 65.932 vagas para ingresso em 73 instituições públicas de ensino superior. As inscrições para o Sisu serão abertas no dia 28 de junho e podem ser realizadas até as 23h59 do dia 1º de julho, horário oficial de Brasília-DF.

No portal Acesso Único já é possível consultar as vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Também é possível acessar a íntegra do documento de adesão de cada uma das 73 instituições que aderiram a essa edição do Sisu.

O total de cursos de graduação com oferta de vagas é de 2.043. Só para Medicina são ofertadas 1.583 vagas. Os 10 cursos com as maiores ofertas de vagas são, nesta ordem: Pedagogia, Administração, Matemática, Ciências Biológicas, Química, Direito, Física, Medicina, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica.

Confira o total de vagas ofertadas por estado e Distrito Federal:

RJ - 13.249  

MG - 8.655

PR - 6.692

BA - 5.968

PB - 4.936

PI - 4.723

MA - 3.673

CE - 3.545

RS - 3.394

AL - 2.748

AM - 2.466

ES - 2.410

SC - 1.281

SP - 420

AC - 380

RN - 370

MS - 350

DF - 315

PE - 180

RR - 75

AP - 64

GO - 38

Total Geral - 65.932

Cronograma

Inscrições: de 28 de junho a 1° de julho;

Resultado da chamada única: 6 de julho;

Matrícula: 13 a 18 de julho;

Lista de espera:

Manifestar interesse em participar da lista de espera: de 6 a 18 de julho.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: MEC

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Postado em 21/06/2022 08:09

Projeto aumenta prazo de internação para até 12 anos de adolescentes que cometerem homicídio

Portal Ciências Criminais
Projeto aumenta prazo de internação para até 12 anos de adolescentes que cometerem homicídio
Proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente

Tramita no Senado, um projeto de lei, de autoria do senador por Sergipe, Alessandro Vieira (PSDB), estabelecendo que a medida socioeducativa de internação aplicável a adolescente autor de ato infracional contra a vida possa ter prazo máximo de 12 anos, e especificar critérios de separação de internos por idade. A proposta altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Pelo projeto, o período máximo de internação não excederá a três anos, exceto com relação a atos infracionais contra a vida ou com resultado morte, podendo ser, nesses casos, de até 12 anos, condicionado, nessa hipótese, à conclusão favorável ao prazo maior em exame psicossocial. Atingidos estes limites, o adolescente será submetido a exame psicossocial que avaliará as condições para a sua ressocialização e fundamentará decisão pela sua colocação em liberdade, em regime de semiliberdade ou de liberdade assistida.

A internação deverá ser cumprida em entidade exclusiva para adolescentes em local distinto daquele destinado ao abrigo, ou, atingida a maioridade, em local destinado exclusivamente para adultos em cumprimento de medida socioeducativa e fora do sistema penitenciário, obedecida rigorosa separação etária dos doze anos completos aos quinze anos incompletos, dos quinze anos completos aos dezoito anos incompletos, dos dezoito anos completos aos vinte e um anos incompletos e dos vinte e um anos completos até os trinta anos incompletos, além de obedecidos critérios relativos à compleição física e à gravidade da infração.

“A constitucionalidade de eventual revisão da maioridade penal é acaloradamente debatida. Enquanto isso, sabemos que o sistema socioeducativo realmente tem falhas, sobretudo na forma como trata adolescentes que tenham tirado a vida de outras pessoas, sujeitos a, no máximo, três anos de internação. Há, nisso, praticamente uma renúncia à função punitiva, deixando a sociedade insegura”, destaca Alessandro Vieira.

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Postado em 17/06/2022 11:45

Veja quanto cada partido político vai receber do Fundo Eleitoral para as eleições 2022

TSE
Veja quanto cada partido político vai receber do Fundo Eleitoral para as eleições 2022
O valor dos recursos foram distribuídos entre os 32 partidos políticos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o valor a que cada partido político terá direito na distribuição dos R$ 4.961.519.777,00 do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o Fundo Eleitoral, destinado às legendas para as Eleições Gerais de 2022. O valor foi distribuído entre os 32 partidos políticos registrados no TSE com base em critérios específicos. Mais uma vez, o Partido Novo (Novo) renunciou ao repasse dos valores para financiar as campanhas políticas de candidatos e sua cota será revertida ao Tesouro Nacional.

O União Brasil (União), sigla resultante da fusão do Democratas (DEM) com o Partido Social Liberal (PSL), receberá o maior montante, com mais de R$ 782 milhões. Em seguida, estão o Partido dos Trabalhadores (PT), com pouco mais de R$ 503 milhões, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), com R$ 363 milhões, o Partido Social Democrático (PSD), com R$ 349 milhões e o Progressistas (PP), com aproximadamente R$ 344 milhões. Juntas, essas cinco legendas respondem por 47,24% dos recursos distribuídos.

Os recursos do Fundo Eleitoral não são uma doação do Tesouro Nacional aos partidos políticos ou aos candidatos. Eles devem ser empregados exclusivamente no financiamento das campanhas eleitorais, e as legendas devem prestar contas do uso desses valores à Justiça Eleitoral. No caso de haver recursos não utilizados, eles deverão ser devolvidos para a conta do Tesouro Nacional. Os cálculos da distribuição do FEFC consideraram os candidatos eleitos nas Eleições Gerais de 2018, incluindo as retotalizações ocorridas até 1º de junho de 2022.

Veja abaixo, por ordem alfabética, com quanto cada partido ficou:

1. AGIR (O Partido PTC passou a se chamar AGIR em 2022) – R$ 3.100.949,86

2. AVANTE - R$ 69.241.914,34

3. CIDADANIA (O partido PPS passou a se chamar CIDADANIA em 2019) – R$ 87.941.006,94

4. DC (Democracia Cristã) – R$ 3.100.949,86

5. MDB – R$ 363.284.702,40

6. NOVO – R$ 90.108.682,88 (renunciou ao repasse dos valores)

7. PATRIOTA (Considerando os votos e candidatos do PRP, incorporado pelo PATRIOTA) – R$ 86.488.932,80

8. PCB – R$ 3.100.949,86

9. PCdoB (Considerando os votos e candidatos do PPL, incorporado pelo PCdoB) – R$ 76.076.392,78

10. PCO – R$ 3.100.949,86

11. PDT – R$ 253.425.162,09

12. PL (O partido PR passou a se chamar PL em 2019) – R$ 288.519.066,50

13. PMB – R$ 3.100.949,86

14. PMN – R$ 3.100.949,86

15. PODEMOS (Considerando os votos e candidatos do PHS, incorporado pelo PODEMOS) – R$ 191.385.989,03

16. PP – R$ 344.793.369,45

17. PROS – R$ 91.407.652,36

18. PRTB – R$ 3.100.949,86

19. PSB – R$ 268.889.585,68

20. PSC – R$ 76.226.112,45

21. PSD – R$ 349.916.884,56

22. PSDB – R$ 320.011.672,85

23. PSOL – R$ 100.044.052,18

24. PSTU – R$ 3.100.949,86

25. PT – R$ 503.362.324,00

26. PTB – R$ 114.492.248,59

27. PV – R$ 50.575.220,77

28. REDE – R$ 69.668.368,67

29. REPUBLICANOS (O partido PRB passou a se chamar REPUBLICANOS em 20190) – R$ 242.245.577,52

30. SOLIDARIEDADE – R$ 112.956.557,72

31. UNIÃO BRASIL (Considerando os votos e candidatos do DEM e do PSL, que após fusão em 2022, passou a se chamar UNIÃO BRASIL) – R$ 782.549.751,69

32. UP (O partido UP foi deferido no TSE em 10.12.2019. Não participou das eleições 2018) – R$ 3.100.949,86
 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações do TSE

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Postado em 15/06/2022 08:41

Projeto de lei cria vale mensal de R$ 250 para população de baixa renda comprar comida

vb.com
Projeto de lei cria vale mensal de R$ 250 para população de baixa renda comprar comida
Vale é destinado a compra de alimentos básicos em supermercados

Tramita na Câmara dos Deputados, projeto de lei que dispõe sobre o benefício do vale-sacolão para a população de baixa renda, que já esteja cadastrada no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), no valor mensal de R$ 250. Este benefício será fornecido para famílias que apresentem renda menor ou igual a um salário mínimo (R$ 1.212).

O vale-sacolão será destinado à compra de frutas e produtos de alimentação básica nos supermercados. Pela proposta, o governo poderá dispor de parcerias com supermercados, visando abater o valor concedido no vale para a população mais vulnerável e assim obter possíveis descontos em impostos tributários.

O autor do projeto, deputado José Nelto (PP/GO) explica que o projeto tem como objetivo resguardar a população que possui renda mensal igual ou inferior a um salário mínimo vigente, oferecendo um vale destinado a compra de alimentos básicos, como verduras e legumes.

“Em razão da pandemia da Covid-19, o número de brasileiros sem acesso a comida vem crescendo, em razão do agravamento do cenário de extrema pobreza, conforme estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional”, destaca José Nelto. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

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Postado em 13/06/2022 09:52

Comissão aprova proposta que eleva o vale-cultura para R$ 80 mensais por trabalhador

Sebrae
Comissão aprova proposta que eleva o vale-cultura para R$ 80 mensais por trabalhador
O vale-cultura é um benefício facultativo pago pela empresa ao trabalhador

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei, de autoria da deputada Lídice da Mata (PSB/BA), que eleva o valor mensal do vale-cultura para R$ 80,00. Atualmente este valor é de R$ 50,00. Ainda pela proposta, até o exercício de 2026, ano-calendário de 2025, o valor despendido a título de aquisição do vale-cultura poderá ser deduzido do imposto sobre a renda devido pela pessoa jurídica beneficiária tributada com base no lucro real. O vale-cultura é um benefício facultativo pago pela empresa ao trabalhador que recebe até cinco salários mínimos (R$ 6.060 em valores de 2022).

O texto aprovado altera a Lei nº 12.761/2022 (que institui o Programa de Cultura do Trabalhador e cria o vale-cultura). A lei visa permitir o acesso a serviços e produtos nas áreas de teatro, cinema, música e literatura, entre outras. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

“O Vale-Cultura é um benefício facultativo pago pela empresa ao trabalhador. Atualmente são creditados 50 reais mensais, em cartão magnético, para aquisição de produtos e serviços culturais. O benefício é cumulativo, sem prazo de validade e pode ser ofertado por qualquer empresa em situação regular com a Receita Federal que tiver funcionários com vínculo empregatício. O objetivo é garantir o acesso às diversas atividades culturais e incentivar a vida cultural dos trabalhadores”, afirma Lídice da Mata.
 

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Postado em 08/06/2022 19:20

Assembleia Legislativa de Alagoas vai debater o uso da Cannabis Medicinal na saúde pública

Roberto Lopes/Aquiacontece
Assembleia Legislativa de Alagoas vai debater o uso da Cannabis Medicinal na saúde pública
Debate vai acontecer na Assembleia Legislativa de Alagoas

A Assembleia Legislativa de Alagoas realiza na próxima segunda-feira, 13, a partir das 11 horas, uma sessão especial para debater os estudos e as ações referentes à utilização da Cannabis Medicinal na saúde pública. A proposta, que foi aprovada por unanimidade dos parlamentares, é de autoria do deputado Lobão (MDB), que convidou, no Plenário da Casa, toda a sociedade para participar do encontro. O deputado disse que o grande objetivo é permitir acesso mais barato deste medicamento para pacientes que fazem tratamento contra a doença de Alzheimer, Parkinson ou outra doença que precise usar a Cannabis Medicinal.

De acordo com a Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal existem inúmeros benefícios que a Cannabis pode proporcionar àqueles que lidam, cotidianamente, com doenças graves como epilepsia, câncer, dor neuropática, dentre outras. A associação diz que a popularidade da maconha como remédio se espalhou pela Ásia, Oriente Médio e costa oriental da África. “Seitas hindus, na Índia, usavam maconha para fins religiosos e alívio do estresse”.

A Agência Senado destaca que a ONU já reclassificou a Cannabis para a lista das que têm propriedades medicinais reconhecidas, embora devam ser controladas “A Cannabis é uma realidade no mundo todo, incluindo em países de espectro ideológico mais conservador, como é o caso de Israel. Não há como voltar atrás. Avanços científicos importantes comprovam a eficácia dos remédios para inúmeras doenças e condições. Se não dermos segurança jurídica aos players, o Brasil perderá mercado”.

A senadora Mara Gabrilli (SP) disse que os países mais desenvolvidos do mundo já regulamentaram o uso da Cannabis medicinal. “A regulamentação dos produtos e remédios à base de Cannabis é urgente. Pessoas em diversos países do mundo já conseguem aliviar a sua dor, conter sintomas nocivos e melhorar a qualidade de vida com esses medicamentos. aqui no Brasil, quem tem dinheiro consegue importar, mas o brasileiro pobre, não. A dor dessas pessoas não é diferente ou menos importante que a das demais. Elas precisam e devem ter acesso a esses medicamentos e produtos derivados dos princípios ativos da planta”.

Projetos que tramitam no Senado:

PLS 514/2017 - Altera o art. 28 da Lei nº 11.343, de 2006, para descriminalização do cultivo da Cannabis sativa para uso pessoal terapêutico. Permite o semeio, cultivo e colheita de Cannabis sativa para uso pessoal terapêutico, em quantidade não mais do que suficiente ao tratamento, de acordo com a indispensável prescrição médica.

PL 5.295/2019 - Dispõe sobre a Cannabis medicinal e o cânhamo industrial e dá outras providências. Submete ao regime de vigilância sanitária a produção, a distribuição, o transporte, a comercialização e a dispensação de Cannabis medicinal e dos produtos e medicamentos dela derivados. Determina a regulamentação da produção da Cannabis medicinal e do cultivo do cânhamo industrial.

PL 4.776/2019 - Dispõe sobre o uso da planta Cannabis spp. (maconha) para fins medicinais e sobre a produção, o controle, a fiscalização, a prescrição, a dispensação e a importação de medicamentos à base de Cannabis spp., seus derivados e análogos sintéticos. Autoriza, na forma do regulamento, a produção de Cannabis para fins medicinais. Sujeita os medicamentos à base de Cannabis a controle e fiscalização sanitária, permite a sua venda exclusivamente em farmácias, autoriza a sua prescrição e dispensação no âmbito do SUS e prevê procedimento simplificado para a sua importação direta para uso pessoal.

PL 5.158/2019 - Altera a Lei nº 8.080, de 1990 para obrigar o Sistema Único de Saúde (SUS) a fornecer gratuitamente remédios à base exclusivamente de canabidiol (substância que possui qualidades antiepilética, ansiolítica, antipsicótica, antiinflamatória e neuroprotetora), de acordo com diretrizes definidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e em conformidade com indicações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 

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Postado em 06/06/2022 20:01

Quatro partidos exibem propaganda partidária durante esta semana no rádio e na TV

Divulgação/TSE
Quatro partidos exibem propaganda partidária durante esta semana no rádio e na TV
PV, PL, Cidadania e Novo exibirão propaganda partidária em rede nacional

Nesta semana, o Partido Verde (PV), o Partido Liberal (PL), o Partido Cidadania (Cidadania) e o Partido Novo (Novo) exibem propaganda partidária em rede nacional de rádio e televisão. Serão 30 inserções distribuídas na programação noturna das emissoras na terça-feira (7), na quinta-feira (9) e no sábado (11) e mais três no domingo (12) das 19h30 às 22h30. Cada inserção tem duração máxima de 30 segundos.

Na terça-feira, serão veiculadas uma inserção do PV e nove do PL. Na quinta, serão novamente uma inserção do PV e nove do PL. No sábado serão exibidas quatro inserções do Cidadania e seis do PL. Já no domingo serão veiculadas três inserções do Partido Novo. Uma decisão do TSE (PropoPart 0600104-65) autorizou o Partido Novo a exibir as inserções aos domingos.

Divisão do tempo

O tempo de propaganda de cada legenda é distribuído de acordo com o desempenho do partido nas últimas eleições gerais para a Câmara dos Deputados, realizadas em 2018. Siglas com mais de 20 deputadas ou deputados eleitos têm direito a 20 minutos semestrais em redes nacionais e igual tempo nas estaduais. Os partidos que elegeram entre 10 e 30 parlamentares contam com dez minutos por semestre e aquelas com até nove eleitos têm cinco minutos semestrais. É permitida a veiculação de até dez inserções de 30 segundos diários para cada partido.

Legislação

A propaganda partidária foi restabelecida pela Lei nº 14.291/2022 e regulamentada pela Resolução nº 23.679/2022 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A divulgação de notícias comprovadamente falsas e a difusão da prática de atos que incitem a violência ou resultem em preconceito racional, de gênero e local de origem é proibida pela legislação. Além disso, pelo menos 30% do tempo do conteúdo partidário devem ser destinados à promoção e à difusão da participação feminina na política.

Objetivo

O objetivo da propaganda partidária é divulgar a ideologia, os programas, os projetos, as propostas, os posicionamentos e as mensagens dos partidos políticos, bem como incentivar a filiação partidária e promover a participação política das minorias, entre outros pontos. É proibido o uso da propaganda partidária para divulgação de pré-candidaturas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: TSE

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Postado em 03/06/2022 13:07

Aprovado projeto que institui programa de orientação para mães que querem pôr filhos para adoção

Divulgação/CSC
Aprovado projeto que institui programa de orientação para mães que querem pôr filhos para adoção
Programa de Orientação Psicológica e Social Boa Mãe

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei, que institui, no âmbito federal, o Programa de Orientação Psicológica e Social Boa Mãe, com o objetivo de evitar os maus tratos e abandono dos filhos em idade vulnerável. A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

Mesmo encaminhadas à Justiça da Infância e Juventude, as mães e gestantes, após manifestarem o desejo de entregar o filho para adoção, em conformidade com a Lei 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Programa Boa Mãe garantirá seus preceitos. O programa poderá contar com parceria e integração de órgãos do Poder Executivo e Judiciário, ação de profissionais das maternidades e outras unidades de saúde, Programa Saúde da Família, Programa de Agentes Comunitários de Saúde, Conselhos Tutelares e Ministério Público.

São objetivos do programa:

I – Oferecer atendimento social e psicológico às mulheres que, por alguma razão, optarem por não ficar com seus filhos. Com o intuito de que haja por parte destas uma melhor reflexão para a tomada de decisão que considerar a mais correta para a sua realidade, e seu bem estar psicossocial, tendo em vista que a maioria destas mulheres sofrem de depressão pré e pós parto;

II – Nos casos de posterior encaminhamento à adoção, proporcionar a orientação necessária para as mães ou gestantes de forma correta para os pretendentes registrados no Cadastro Nacional de Adoção – CNA;

III – Promover de forma adequada, e nos moldes da lei, a reinserção da criança na mesma família ou, em último caso, em família substitutiva a fim de que a criança encontre segurança e apoio psicológico de um lar.

IV – Desvincular a visão preconceituosa do ato de entrega para efeito de adoção com a ideia de abandono.

A proposição é de autoria das deputadas Aline Gurgel (Republicanos/AP), Daniela do Waguinho (MDB/RJ), Leandre (PV/PR) e do deputado Manoel Marcos (Republicanos/SP). Na justificativa os parlamentares alegam que nas consultas pré-natal, a gestante deve ter acompanhamento psicológico, para que seja identificado se a mesma corre risco de depressão por diversos fatores durante e pós à gestação e que esse acompanhamento seja realizado durante toda gestação até seis meses após parto.

“O projeto de lei apresentado, denominado Programa Boa Mãe, tenta rever a imagem da adoção no nosso país. Caso os familiares não desejem ficar com o bebê, ele deve ir para ao Cadastro Nacional de Adoção – CAN à espera de uma nova família. Não adianta demonizar a mulher. Temos que permitir escolhas e levar para a legalidade. O Abandono é concreto e para enfrentá-lo é necessário fazer políticas públicas que ofereçam possibilidades às mulheres. Só assim será dada uma vida com mais dignidade, tanto para a mulher, quanto para a criança”, justifica os deputados.


 

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Postado em 01/06/2022 08:28

Entenda como funciona a política de preços dos combustíveis praticados pela Petrobras

EBC
Entenda como funciona a política de preços dos combustíveis praticados pela Petrobras
Desde 2016, a Petrobras adota uma política de preços de paridade

Entenda como funciona a política de preços dos combustíveis praticados pela Petrobras:

Paridade:

Desde 2016 (Governo Michael Temer), a Petrobras adota uma política de Preço de Paridade de Importação (PPI) para gasolina, diesel, querosene de avaliação e GLP (Gás Liquefeito de Petróleo – conhecido como gás de cozinha). O preço tem como base o custo do produto importando trazido ao país.

Cotação:

Com o PPI, o preço dos combustíveis no Brasil varia de acordo com a cotação internacional do petróleo e seus derivados principais mercados mundiais de negociação, nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Câmbio:

O preço dos combustíveis também é afetado pelo cálculo do câmbio, com base na cotação do dólar.

Frete:

Outros custos de importação que entram no PPI são os fretes, taxas movimentação, armazenamento e serviços associados.

Lucro:

A Petrobras reconhece que os maiores preços de venda foram em parte responsáveis pelo lucro liquido de R$ 106,7 bilhões da empresa em 2021. O desempenho foi 15 vezes maior do que o lucro liquido de 2020, de R$ 7,1 bilhões.

Projetos em tramitação na Câmara

A Câmara dos Deputados analisa 26 projetos que podem mudar as regras de composição de preços de combustíveis praticados pela Petrobras. Os projetos criam transparência nas regras de composição de preços, fixam preços com base nos custos internos de extração de refino no país, criam sistema de bandas de preços para limitar o aumento ou estabelecem reajustes temporais.

Outros custos:

De um preço média na bomba de gasolina a R$ 7,28 o litro, R$ 2,81 correspondem ao valor cobrado pela Petrobras, outros custos estão na edição de etanol , distribuição, revenda e impostos federais e estaduais.
ICMS – R$ 1,75
Distribuição e revenda R$ 0,98
Custo etanol R$ 1,05
Cide e Pis/Pasep e Cofins R$ 0,69
Realização Petrobras R$ 2,81

Evolução dos preços médio de revenda da gasolina

2004 – R$ 1,97
2005 – R$ 2,30
2006 – R$ 2,59
2007 – R$ 2,53
2008 – R$ 2,49
2009 – R$ 2,50
2010 – R$ 2,56
2011 – R$ 2,82
2012 – R$ 2,74
2013 – R$ 2,88
2014 – R$ 2,99
2015 – R$ 3,31
2016 – R$ 3,72
2017 – R$ 3,64
2018 – R$ 4,22
2019 – R$ 4,44
2020 – R$ 4,07
2021 – R$ 5,45
2022 – R$ 7,25

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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